quarta-feira, 13 de julho de 2011

O direito à indignação

Considero os cargos políticos lugares de desempenho de serviço público. Há, contudo, quem os assuma como exercício de poder. Não tenho sequer dúvidas que estão enganados. Aconselho-os a reflectirem melhor. Só pensam assim porque têm ânsia de liderança, mas não são líderes. Um líder não precisa de usar o poder. O exemplo de bom líder, foi Gandi. Exemplos de líderes foram os mestres das grandes religiões. Observem como lideravam. Nunca invocavam o poder. Nunca usaram do poder para "calar" a livre expressão. A represália sobre quem exprime opiniões contrárias ou critica o desempenho de alguém que se julga poderoso só demonstra um espírito mesquinho e tirano. Sinto a maior repulsa e desprezo profundamente seres tão mal formados. O poder político não existe, é uma imagem construída a partir de um equívoco. E quando se esclarecem os equívocos, essas figuras diluem-se com tudo o que não tem consistência.

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