domingo, 27 de novembro de 2011

A conversa da treta

A propósito dos 750 anos do nascimento do rei D. Dinis houve, falada e escrita, muita conversa da treta.
Peço aos meus amigos que apaguem, dou permissão para isso, algum texto que eu me atreva a escrever, sobre medicina, direito, economia, sociologia, filosofia, física, modernas tecnologias, química, energia nuclear, geologia e outras ciências que agora não me ocorrem, porque se o fizer, não estou no meu perfeito juízo. Quem é meu amigo, fará o que peço, porque não quererá ver-me cair no ridículo. E eu é a coisa que mais temo: cair no ridículo. Quem cai no ridículo é motivo de chacota e considero uma vergonha. É a desconsideração pela pessoa. Prefiro mil vezes ser desconhecida, a ser referida por dar ocasião a chacota, por ter caído no ridículo de falar do que não sei. Só em estado de completa demência faria isso. Os meus verdadeiros amigos não permitirão, vão apagar, como estou pedindo.
Não se trata de dar opiniões, trata-se de fazer afirmações sobre temas que desconheço.
E fazer afirmações sobre D. Dinis, erradas, foi o que não faltou. E algumas tão disparatadas e sem sentido, que são uma perfeita lástima.
As excepções são restritas. Porque se expuseram ao ridículo? É tão lamentável, que nem me apetece comentar essas afirmações; e é triste constatar tanta falta de senso. Não entendo o que leva as pessoas a gostar de conversas da treta.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A tentativa de impôr o "informal"

Esse equívoco do "informal" é uma desonestidade e um atrevimento. Pretende-se que se aceite como melhor o que propõe e faz que não tem o conhecimento e se despreze o conhecimento organizado, sistematizado e provado. Isto permite ainda alguém achar que pode falar e fazer tudo o que não aprendeu, só porque tem um qualquer cargo que julga que lhe dá poder. Assim acha que pode falar seja do que for, porque o informal é que está a dar, o informal é que é bom.
Pois, é bom, mas para cometer erros, dizer coisas sem sentido e ser motivo de chacota.
Só sabemos o que estudámos e nos ajudaram a aprender, aqueles que sabem mais do que nós.
Desenganem-se os que defendem o informal, que têm andado a dizer coisas sem tom nem som e que há quem esteja a coleccionar esses disparates para um dia os confrontarem com esses equívocos.
Pensem o que seria medicina informal, direito informal, ciência informal....pensem, por favor, para não caírem no ridículo, pensem. Não sejam ridículos, que é uma vergonha!

Mas que gente tão distraída!

Desde o ano 2000 que ando a informar que o nome de Odivelas vem de duas palavras árabes Odi + belaa.
Odi traduz-se por - rio
Belaa, traduz-se por remoinho

Odibelaa pela evolução da língua, veio a dar Odivelas.

Esta é que é a origem do nome Odivelas. Esqueçam as outras.

Ide vê-las é lenda de origem popular e não vale mais que isso.

Odi + velas, estava errada. Porquê? porque se justificava que aqui havia muitos moinhos de vento. Pois havia, mas os moinhos datam do século XVIII e Odivelas já tinha esse nome pelo menos no século XIII, se não antes! Os moinhos com as suas velas, não estavam cá quando Odivelas nasceu e, como é lógico, se não havia "velas", não pode esta palavra estar na origem do nome da nossa terra quando se formou a povoação.

Foi com admiração que vi hoje um livro - "D. Dinis, Actas dos Encontros sobre D. Dinis em Odivelas", ed. Colibri - Câmara Municipal de Odivelas, no qual se remete para um texto de minha responsabilidade, não completando a minha explicação. Falam do termo "Odi" e ignoram o outro elemento "Belaa". Vão buscar "velas" para juntar a Odi, justificação que já devia ter sido posta de parte. Essa proposta de Odi+velas, não estava certa e deixei isso bem claro quando encontrei a explicação de um especialista em língua árabe. E isso está escrito no texto que invocam. Porque omitem metade do texto? Isso prejudica a minha informação e o meu nome e induz em erro quem lê. Não sou eu que digo - é Joaquim da Silveira. Eu limitei-me a procurar e dar conhecimento do que diz quem sabe mais que eu. Não devemos persistir no erro. Devemos corrigí-lo, como nos ensinou Bento de Jesus Caraça!
Mas tudo isto se deve ao medo, eu percebo. É preciso denegrir e apagar quem não se ajoelha. Mas lembem-se que a prepotência não é eterna nem omnipotente.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

As potencialidades do Património

O património, devidamente preservado e conservado, pode ser um forte atractivo de visitantes.
Se soubermos, podemos enriquecê-lo acrescentando-lhe pontos de interesse.
O castro da serra da Amoreira está nesse caso. Não há uma cidade nas proximidades que possa ter um miradoura com tanto valor, pelo seu vastíssimo horizornte, desde que não construam ali edifícios de lhe cortem aqueles horizontes. Seria um crime e um acto reveledor de muita ignorância. Até lhes podemos acrescentar um motivo de atracção - a circundar a encosta, desenvolver um caminho pedonal e dar-lhe um nome adequado e chamativo. Por ex. O percurso dos arqueólogos. O nome desperta curiosidade e chama visitantes. Conheço um caso - o caminho dos filósofos em Heidelberg. Todos os que lá vão querem conhecer. Aconteceu comigo. No fim de contas, era apenas um caminho empedrado a circundar a encosta do castelo. Heidelber tinha a encosta e o castelo, nós temos a encosta e uma vastidão com um ângulo de 180-º+180.º.
Com poucos gastos valoriza-se um lugar que a natureza privilegiou. É preciso é saber dar valor ao que o tem, mas isso não é para "bárbaros".

domingo, 20 de novembro de 2011

Políticos precisam-se

Enquanto não houver mulheres e homens conscientes que o poder é do povo e que confia esse poder a quem defenda os interesses do povo;
enquanto não entenderem que o poder não lhe é confiado para interesse próprio ou partidário, mas para defenderem os interesses de todos;
enquanto não perceberem que não lhe confiaram o poder para "mandar", "ordenar", "impor";
enquanto não entenderem que estão ali para servir e não para "se servirem" e serem servidos;
enquanto não encararem o poder como um serviço aos seus compatriotas, não teremos políticos, mas sim candidatos a um emprego bem remunerado, com carro e motoristas, senhas para refeição, cartão de crédito e telemóvel, cartão/frota, isenção de horários, beneficiários de subserviência, com todos os benefícios daí decorrentes. Tudo isso serão, mas políticos, não!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

As distrações e as suas consequências

Durante a campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 2009, vieram ter ao meu TM mensagens muito comprometedoras para quem as escreveu. Só pode ter sido distração ou traição. Não era eu a destinatária, mas havia referências à minha pessoa. Perguntavam mesmo se eu tinha ido à apresentação dos elementos de uma determinada lista. Mas não era a mim que se dirigiam e a mensagem era para outra pessoa responder, o que implicava vigiarem-me para depois irem "bufar" no ouvido de quem perguntava.
Uma pessoa que conquista a sua liberdade correndo riscos, perdendo todo o conforto e baixando drasticamente o seu nível de vida, só pode sentir a maior revolta que um coração e um cérebro podem albergar. E eu sinto essa revolta contra quem inquiriu sobre mim. E a revolta ainda é maior quando essas pessoas receberam as maiores ajudas à custa de sacrifícios impensáveis.

Ainda não decidi sobre que destino vou dar a essas mensagens. Estão guardadas em segurança.
Já pensei em as tornar públicas para vergonha de quem as escreveu, mas por enquanto vou aguardar. Tudo depende de atitudes que venham ainda a tomar. Depende delas. Há coisas que deixo passar, embora não deva, mas há outras que não admito!

domingo, 6 de novembro de 2011

A maldade

Considerei aqui, que a covardia diminui o ser humano. Mas pior que a covardia, é a maldade. Esta, envenena a pessoa e destrói-a. É que maldade pede vingança e a vingança, antes de fazer mal ao alvo da vingança, faz mal ao que se vinga. E as razões que encontra para se vingar, são construções imaginárias criadas pelo egoísmo, pela ambição e pela vaidade.
Diz o povo que a vingança é uma semente que se colhe. Se a semearmos num rochedo, ela produz, e quem semeia, colhe. Ou por outras palavras "Quem semeia ventos, colhe tempestades". Pensemos nisto, antes de semearmos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A covardia é um defeito vergonhoso, que diminui o indivíduo.

Faltou-me esclarecer que eu não estava presente. Tenho a creteza que na minha presença e em situação em que eu pudesse falar, essa criatura não teria sido capaz. Eu fiz ao contrário dela - disse-lhe o que pensava dela, e devo acrescentar que não é nada que a própria tenha gostado de ouvir. Foi em privado, encontrando-se no mesmo lugar uma ou duas pessoas e não foi capaz de se defender porque não tinha argumentos. Isto passou-se antes do seu ataque covarde.

As lições de vida

Houve uma pessoa que quis denegrir a minha imagem, atacando-me, sem haver nenhum motivo, na Assembleia Municipal. AH! O motivo estava nos seus interesses pessoais - conservar um tacho que nós lhe pagamos, sem nos prestar o mínimo serviço. O que lhe aconteceu foi várias pessoas saírem em minha defesa e os seus antigos alunos fazerem declarações negativas sobre o seu trabalho.
Sinto-me vingada pelos meus alunos que, espontameamente, só porque me encontraram no facebook, têm vindo a fazer afirmações que anulam completamente a malévola intervenção dessa criatura infeliz. Se fosse capaz de aceitar um conselho, o que não creio, dir-lhe-ia que pensasse sobre a humilhação que sofreu.