Não tenho que pedir desculpa como não espero agradecimento pela ousadia desenvolta da minha luta em defesa do património e da cultura local. Comecei em 1971 e ainda não parei nem desisti. Até 2005 tive sempre o apoio e o agradecimento dos autarcas. NAS CAMPANHAS DE CALÚNIAS E OFENSAS, nunca verguei os ombros nem baixei a cabeça. Também hoje o não farei, ainda quando a sobrecarga dos anos me quer predispor à indiferença.
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