Actos de violência covardes como aqueles que ultimamente têm sido publicitados nas televisões, enchem-nos de indignação e merecem-nos o mais veemente repúdio. Se a violência física é por si só condenável, torna-se repugnante e abjecta, quando se lhe soma a covardia. Juntas, baixam o ser humano à categoria de monstro. Se lhe adicionarem ainda o oportunismo, temos um verme venenoso. Pois foi nisso que se transformaram alguns indivíduos, que nos seus locais de trabalho, para conservarem tachos a que não têm direito, exercem violência psicológica sobre colegas, para os afastarem dos lugares para que têm formação e ganharam por concurso público. Isto acontece porque as chefias são coniventes e tão responsáveis e culpadas como os ditos vermes, porque são também vermes. O caso inqualificável do militar da marinha, foi conhecido passados dois anos. Talvez daqui a dois anos venhamos a tomar conhecimento de actos de violência psicológica que aconteceram nas nossas barbas, com grandes recompensas para os seus autores, e de que só os próprios e a família mais próxima tem conhecimento, porque sem imagens, não têm como fazer a denúncia. As consequências estão aí, aguardam reparação e castigo, mas os responsáveis colaboram com os criminosos e premeiam-nos em lugar de os castigarem, como é justo!
Eu acuso!
Eu acuso quem pratica estes crimes!
Eu acuso quem os permite!
Eu acuso quem os encobre!
Não perdi a esperança na JUSTIÇA!! Tarda, mas não falha.
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